Síndrome do Pânico Causas Principais

Síndrome do Pânico Causas Principais Foto: Freepik
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Síndrome do Pânico Causas tem sua origem numa combinação de fatores, não em um fator isolado. Assim, podem ocorrer a partir de situações como:

  • Ter um familiar próximo com Síndrome do Pânico ou outros transtornos de ansiedade, vivência de eventos estressantes de forma prolongada, situações adversas na infância entre outras.

Nesse sentido, suas causas ainda não estão completamente definidas, e estudos indicam que é improvável indicar uma causa exclusiva. E sim, que a combinação de fatores no curso da vida, desencadeará o pânico.

Para tanto, vale ressaltar que a Síndrome do Pânico corresponde a ataques repentinos, intensos e inesperados de medo, preocupação ou ansiedade extrema. Esses ataques geram sintomas físicos e psicológicos e tendem a acontecer com alguma frequência.

Então, para melhor compreensão, este artigo tratará exclusivamente da síndrome do pânico causas, de forma detalhada.

Síndrome do Pânico Causas Principais

Experiências e situações extremas de estresse, evento traumático, fatores genéticos e fisiológicos e outros são indicações da Síndrome do Pânico Causas.

Para isso, conheça mais a fundo:

Experiências e situações extremas de estresse

As experiências e situações extremas de estresse são situações que afetam o estado psicológico e emocional do paciente. Exemplificando, temos as crises financeiras, separações ou mortes na família e outras circunstâncias que podem ser demasiadamente impactantes:

Crises financeiras

Por causar grande impacto na saúde mental e emocional, nos relacionamentos e na qualidade de vida, as crises financeiras podem desestabilizar o paciente no dia a dia levando a ataques de pânico frequentes.

Especialmente, a partir da relação que a pessoa tem com o dinheiro e necessidade de segurança financeira.

Separações ou mortes na família

A separação e/ou a perda de alguém querido sempre é muito difícil podendo desencadear o aparecimento do Transtorno de Pânico.

Brigas com familiares ou amigos próximos

Para algumas pessoas, as brigas, tensões e conflitos constantes com familiares e amigos próximos geram sintomas da Síndrome do Pânico.

Síndrome do Pânico Causas Principais Foto: Freepik
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Problemas graves de Saúde

Um diagnóstico inesperado ou o agravamento do quadro clínico de saúde também podem causar esses ataques abruptos.

Problemas na área Profissional

Os conflitos com colegas ou superiores, a sobrecarga de responsabilidades, falta de reconhecimento e sucesso profissional, além da pressão no trabalho podem contribuir para a Síndrome do Pânico Causas.

Evento traumático

Os eventos traumáticos também podem ser causadores para a síndrome do pânico em alguns pacientes. Entre eles, citemos:

Agressão sexual

Muitos estudos documentam uma forte relação entre os eventos traumáticos, incluindo a agressão sexual, e o desenvolvimento de ataques de Pânico.

Abuso Físico

Outro evento traumático é o abuso físico, que gera problemas emocionais e físicos profundos, afetando a autoestima e criando sentimento de desamparo e desconfiança.

Acidente grave

Após vivenciar uma situação de perigo ou sofrer um acidente grave, a pessoa pode desenvolver crises de pânico.

Testemunhar situações de violência

Outro fator desencadeador da Síndrome do Pânico é testemunhar situações de violência que deixem o paciente com muito medo, pavor e insegurança.

Fatores Genéticos e Fisiológicos

Filhos que já tiveram pais com Síndrome do Pânico tem mais chance de desenvolver a condição. Também o desequilíbrio nos neurotransmissores é um fator que pode acarretar ataques de pânico frequentes.

Ter um familiar próximo com Pânico ou Transtornos de Ansiedade

Ter um familiar com histórico de qualquer transtorno de ansiedade, incluindo o pânico, gera maior probabilidade de ter esse problema.

Alterações Hormonais

Os hormônios têm um impacto significativo no sistema nervoso central e no controle das emoções, o que pode interferir no seu bom funcionamento.

Síndrome do Pânico Causas Principais Foto: Freepik
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Fatores Sociais e Culturais

Outro ponto crucial envolve fatores sociais e culturais, como por exemplo:

1. Expectativas Sociais de Alto Desempenho ou Perfeição

Ter expectativas irrealistas sobre si mesmo ou demasiada autocrítica para ser perfeito em tudo, pode contribuir para aumentar os sentimentos de ansiedade, insatisfação e dificuldade em lidar com o que pensa e sente.

2. Ambiente Competitivo

A fim de evitar o sentimento de inferioridade e a vergonha, a pessoa se esforça excessivamente e, assim, aumenta a vulnerabilidade a ansiedade, ao estresse.

3. Experiências de Discriminação ou Marginalização

Pesquisas comprovam que a vivência de discriminação ou marginalização está associada a um risco maior de transtornos de ansiedade, o que inclui o pânico.

Fatores Psicológicos

Traços de personalidade rígidos, ruminação mental e outros são fatores psicológicos mais comuns para a Síndrome do Pânico Causas. Para isso, leia a seguir:

Traços de Personalidade Rígidos

O fato de ter dificuldade em lidar com mudanças e imprevistos, leva a pessoa a sentir mais estresse e ansiedade. Também a dificuldade em adaptar, inflexibilidade e necessidade excessiva de controle são terra fértil para o Pânico.

Sensibilidade as Sensações Corporais

A atenção excessiva com as sensações corporais (falta de ar, coração acelerado etc.) gera uma interpretação errada sobre o que está acontecendo com o paciente no momento. Isso pode levar as Crises de Pânico.

Ruminação Mental

Pensar constantemente no pior cenário, ter preocupação demasiada e dificuldade de encerrar os próprios pensamentos.

Resposta Aumentada à Ansiedade e Incerteza

Devido à baixa tolerância a sensação de medo e Ansiedade, ao mínimo sinal destes sentimentos o paciente reage de maneira exagerada. Com isso, gera uma série de sintomas físicos e emocionais associadas ao pânico criando um ciclo vicioso.

Como inicia a Síndrome do Pânico?

Em qualquer idade, a síndrome do pânico pode surgir repentinamente, sem aviso prévio. Normalmente, os primeiros sinais ocorrem já na adolescência, mesmo que ainda não configurado como um quadro de pânico, mas de Ansiedade.

Cada caso terá seu próprio curso e contexto. Muitas vezes, antes de aparecerem as crises graves de Pânico, vieram sintomas prévios que foram ignorados.

Por essa razão, perceber os alertas precocemente é muito válido para não agravarem os sintomas enquanto eles não são notados.

Com que idade ela costuma iniciar?

Geralmente, começa na idade adulta jovem, alguns estudos sugerem uma média de início aos 24 anos. Embora essa seja somente uma referência, pois, muitos pacientes iniciam os sintomas antes ou depois disso.

Também há relatos de crises de pânico em crianças e adolescentes. E isso pode afetar negativamente os anos futuros, caso não haja um tratamento adequado.

Aliás, existe uma demora considerável entre o primeiro episódio de Pânico para o início do tratamento especializado. Por essa razão, os sintomas se agravam com ausência de tratamento.

Por fim, segundo os dados estatísticos, a Síndrome do Pânico afeta 2x mais as mulheres do que em homens. Porém, ambos sofrem igualmente com os sintomas.

Como o Pânico pode se manifestar?

A Síndrome do Pânico pode se manifestar tanto com ou sem Agorafobia.

A Agorafobia se dá quando o paciente tem medo e passa a evitar determinados ambientes e situações. Seja porque ele teve uma crise de Pânico em contexto semelhante anteriormente e tem medo que volte a entrar em crise.

Ou ainda, pelo medo de ter uma crise em um ambiente novo e desconhecido.

Existe muito medo de passar mal e não ser socorrido, medo de precisar de ajuda, vergonha de vivenciar tudo isso.

Desta forma, passa a evitar tudo que possa levar a este desfecho e empobrece cada vez mais seu repertório de comportamentos eficazes.

Agora, os ataques de pânico sem agorafobia podem se manifestar com sintomas de medo, preocupação excessiva seguidas de reações físicas sem motivo aparente, de forma involuntária, abrupta e intensa, por tempo prolongado.   A chamada crise de Pânico.

Como identificar as causas da Síndrome do Pânico?

Identificar a síndrome do pânico causas se dá por meio de uma avaliação clínica, com um especialista em saúde mental.

A partir daí, ele analisa aspectos globais do paciente, como sintomas e histórico da vida, para chegar a uma conclusão.

Que exame é feito para diagnosticar Síndrome do Pânico?

Não existe exame laboratorial que revele o diagnóstico. Nesse sentido, a avaliação é totalmente clínica feita por profissional especializado, na qual serão analisados os sintomas e histórico de vida do paciente.

E vale salientar que o transtorno é desencadeado por uma combinação de fatores, e não uma causa isolada. Por isso, é importante descartar outros problemas que possam estar levando os sintomas para, então, fechar o diagnóstico.

Enfim, somente após isso, inicia-se o tratamento.

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Tratamento para Síndrome do Pânico Foto: Freepik

Procure ajuda profissional e especializada

A ajuda profissional e especializada é determinante para a melhora da pessoa com síndrome do pânico, já que tentar melhorar sozinho não traz resultados contundentes.

E a boa notícia é que essa condição é satisfatoriamente tratável. Temos muitas estratégias que funcionam comprovadamente para diminuir os sintomas e reverter o quadro da Síndrome do Pânico.

Tratamento para Síndrome do Pânico

A maioria dos pacientes diagnosticados com Síndrome do Pânico procura hospitais antes de buscar ajuda na saúde mental. E aqui vale frisar que, se não tratada corretamente tende a um agravamento ou a desenvolver um curso crônico.

Aliás, um estudo aponta que 92% dos pacientes sem tratamento seguiram tendo crises de Pânico, de forma prolongada. Por esse motivo, o tratamento com um especialista em síndrome de pânico causas é o mais efetivo a ser feito ao identificar os sintomas.

Assim sendo, para informações, esclarecimentos, convido você a ler o artigo Como tratar Síndrome do Pânico e, assim, obter mais detalhes de como o tratamento para síndrome do pânico funciona.

Por fim, se quiser informações sobre consulta, entre em contato, será um prazer te conduzir à sua recuperação.

Conheça a Psicóloga Fabíola Luciano

Psicóloga Fabíola Luciano – CRP 104468

Especialista pela Universidade de São Paulo – USP

Acesse o Canal YouTube da Psicóloga Fabíola Luciano

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